HISTÓRIA

Inaugurado em 1949 no icônico Edifício Anchieta, na esquina Avenida Paulista com a Rua da Consolação, o Riviera funcionava como um salão de chá aristicrático, frequentado pela elite paulistana.

Mais tarde, em meados da década de 50, professores e estudantes começaram a se reunir no espaço, que teve seu auge entre 1968 e o fim da década de 70. As conversas da freguesia incluíam divagações sobre política e ideias para mudar o mundo, protagonizadas por intelectuais e figuras da música e da arte paulistana como Ana de Hollanda, Angeli, Arrigo Barnabé, Claudio Tozzi, Chico e Paulo Caruso, Chico Buarque, Laerte, entre outros.

A casa fechou suas portas em 2006 e reabriu em 2013 sob nova gestão, mantendo a longa escada hollywoodiana e a parede de tijolos de vidro, porém o estreito balcão de fórmica de sua abertura deu lugar a um belíssimo balcão vermelho, onde são preparados os melhores drinks da cidade.

Atualmente o Riviera é gerido por José Victor Oliva, empresário, fundador e presidente da Holding Clube, conhecido como o “Rei da Noite Paulistana” durante as décadas de 1980 e 1990, por comandar casas noturnas como o The Gallery, Banana Café, Moinho Santo Antônio e Resumo da Ópera.

Desde 1949 o Riviera é o endereço de uma diária e espontânea festa, e hoje, mais do que nunca, aposta no conceito de boemia e gastronomia. Drinks clássicos e autorais fazem a cabeça dos clientes assíduos, na carta de coquetéis assinada por Marco de la Roche.

Na cozinha, o chef Valter Roza traz uma releitura de clássicos que fazem parte da história do Riviera, como o sanduíche royal – feito com pão miga, queijo prato, rosbife, tomate, picles de pepino e aïoli -, além de pratos clássicos da boemia, como o filé Osvaldo Aranha e o caldinho de feijão.

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